EMPRESA

Soluções ambientais realizadas com todo cuidado e responsabilidade necessários!


Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.

Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.

Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.

Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.


Governo e municípios discutem soluções para a destinação adequada do lixo

Representantes de 118 municípios paranaenses que integram o R-20 reúnem-se nesta terça (27) e quarta-feira (28), em Curitiba, para buscar soluções para separação, coleta, transporte e destinação adequada de resíduos. Criado pelo governador Beto Richa e coordenado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o R-20 é comporto por municípios responsáveis pela geração de 90% dos resíduos no Paraná. 

“A grande participação dos municípios no encontro evidencia a capacidade de articulação do Governo do Paraná na busca de soluções para questões ambientais”, disse o coordenador de Resíduos Sólidos da secretaria estadual do Meio Ambiente, Carlos Garcez. Ele reafirmou os compromissos com os municípios para ações conjuntas nas áreas de educação ambiental, logística reversa e para acabar com os lixões no Paraná, entre outras. “Cem por cento do que está sendo feito será mantido”, afirmou. 

Na tarde de quarta-feira (28), Garcez fará uma palestra no encontro sobre como elaborar um plano de manejo de resíduos sólidos, com metas de redução, reutilização, reciclagem e encaminhamento para disposição final ambientalmente adequada; logística reversa e responsabilidade compartilhada; coleta seletiva; educação ambiental e incentivos fiscais para desenvolvimento da reciclagem. 

Também participam do evento o diretor-geral da secretaria, Rori Mendes Correa, representando o secretário Antonio Caetano de Paula Júnior, e o assessor da presidência e consultor do Conselho de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Irineu Roveda. 


IAP capacita técnicos para novo Sistema de Gestão Ambiental

Os servidores do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, participam nesta semana de um curso para integração do novo Sistema de Gestão Ambiental - módulo restauração florestal. 

O sistema, desenvolvido pelo IAP em parceria com a Celepar, é pioneiro no país e deverá ser lançado pelo governador Beto Richa em junho, quando os últimos ajustes forem realizados. O objetivo é modernizar, padronizar e agilizar os processos ambientais no Estado. Seja na recomposição florestal, como na fauna, licenciamento e fiscalização ambiental do Estado. 

O curso do módulo restauração florestal é ministrado por técnicos do IAP e Celepar para 28 servidores que atuam em viveiros, laboratórios e distribuição de mudas nativas no Estado. As aulas acontecem durante esta semana e na próxima, em em duas turmas (uma delas nos dias 6, 7 e 8 e a outra nos dias 13, 14 e 15 ). 

"Esse é o primeiro contato dos servidores com um sistema completamente novo e diferente do que estão acostumados, por isso o curso é importante para que eles aprendam a lidar com tudo e esclarecer suas dúvidas para em junho todos estejam 100% adaptados ao sistema", afirmou o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto. 

MONITORAMENTO - Esse módulo do sistema visa melhorar o monitoramento e recuperação da biodiversidade do Estado. Ele estabelece os processos e o monitoramento da produção dos viveiros desde a coleta, beneficiamento, armazenamento e distribuição das sementes, até a produção das mudas e destinação para a restauração das Áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal, Unidades de Conservação e demais Áreas Degradadas do Estado. 

"O usuário ambiental é o grande beneficiário deste projeto, pois poderá, a partir de sua casa, iniciar o processo de requisição das mudas”, explica Maria Cecília Bastos, chefe do departamento de produção de espécie nativa do IAP, que atuou no desenvolvimento do sistema. “Quando o usuário for até o IAP o processo já estará adiantado, precisando apenas apresentar a documentação do imóvel para o técnico liberar as mudas para retirada no viveiro do IAP", disse ela. 

EVOLUÇÃO - O objetivo é garantir que as áreas restauradas sejam monitoradas e tenham uma evolução significativa da sua recuperação. Para isso, no momento do cadastramento da propriedade que deve ser recomposta é exigida a sua delimitação geográfica, assim será possível fazer um monitoramento através de imagens de satélite e vistorias em campo. 

Dessa forma, as mudas plantadas poderão ser localizadas e servir de novas matrizes (árvores utilizadas para coleta de sementes) de espécies passíveis de ameaça de extinção no futuro, garantindo a diversidade de espécies nativas em todo o Estado. 

O sistema também deve proporcionar uma evolução para pesquisas, pois os dados gerados poderão ser disponibilizados para o meio científico. Assim, o sistema incentiva e apoia pesquisas que visam a manutenção dos biomas presentes no Paraná. 

SISTEMA – Desenvolvido pelo IPA e Celepar deste 2011, o novo Sistema de Gestão Ambiental vai modernizar, padronizar e agilizar os processos ambientais no Estado. 

"O nosso objetivo e tornar o processo cada vez mais ágil, transparente e acessível à população, para que toda e qualquer atividade desenvolvida no Estado possa seguir as normas estabelecidas”, explica o presidente do IAP. 

“O Paraná deve se destacar no cenário nacional, pois será um dos primeiros a desenvolver um sistema tão complexo e moderno que também será usado pelas prefeituras que solicitarem a descentralização do licenciamento ambiental", explicou o presidente do IAP. 

O desenvolvimento do módulo restauração florestal contou com a experiência obtida com o Projeto de Restauração da Biodiversidade, cujo objetivo é restaurar áreas de preservação permanente e o fortalecimento da formação dos corredores ecológicos do Estado do Paraná para a conservação da biodiversidade. 

FLEXÍVEL E INTEGRADO - O sistema foi modelado de forma flexível e integrada, permitindo que laboratórios e viveiros tenham um controle independente de suas operações e também integrações com outras unidades em operações compartilhadas. 

Com ele será possível realizar o cadastramento de unidades de produção; catálogo de espécies produzidas e doadas pelo IAP conforme sua Classe, Espécie e Embalagem; liberação automática de mudas conforme normas estabelecidas em portarias e legislações específicas, cadastro de áreas de coleta de sementes para a produção de mudas, análise da germinação das mudas, produção e movimentação do estoque de mudas, requerimentos de restauração florestal. 


Equipe de educação ambiental promove mutirão de limpeza nas praias da Ilha do Mel

A equipe de Educação Ambiental da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) promoveu uma ação de limpeza nas praias da Ilha do Mel. O trabalho foi feito em parceria com o escritório regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), com a organização não governamental Parceiros do Mar e a comunidade da Ilha. A atividade realizada no sábado (14) integra o Programa de Educação Ambiental da Appa e outras ações semelhantes estão previstas para o segundo semestre de 2014. 

Vinte e quatro voluntários que trabalharam em mutirão recolheram 

o lixo jogado ou trazido pelo mar até a areia. Foram coletados 23 sacos de 120 litros de materiais como tampas, garrafas PET, lacres, sacolas plásticas, restos de materiais de pesca e pneus, entre outros. 

A responsável pelo Programa de Educação Ambiental da Appa, Alethéa Ferreira explica que o volume recolhido foi bem maior que o esperado e que os resíduos encontrados nas praias pode ter sido produzidos pelos visitantes, pela própria comunidade e pelas embarcações, como navios ou barcos de pescadores. 

“Com esse trabalho, queremos conscientizar a todos sobre a importância da responsabilidade com o próprio lixo. Se cada um tiver consciência e der a destinação correta aos resíduos, evitamos a poluição das praias, a morte de espécies animais e outros problemas gerados”, explica, disse Alethéa. 

AÇÃO – Os voluntários foram separados em equipes para fazer a limpeza das praias nos dois lados da Ilha: Nova Brasília e Encantadas. Em Nova Brasília, a ação passou pelas praias de Brasília, Grande, Fora e Farol. Em Encantadas, a atividade foi concentrada no Mar de Fora, Gruta de Encantadas e Ponta do Gravatá. 

A comunidade local se envolveu para dar apoio aos voluntários. Participaram as pousadas Praia do Farol, Beehouse, Astral da Ilha e Grajagan Surf Resort, com o fornecimento de alimentação ao grupo. A Sanepar e Ecovia ofereceram suporte com a água, luvas e sacos de lixo. 

De acordo com Silvia Grechinski, uma das responsáveis pela ong Parceiros do Mar, esta iniciativa é fundamental para promover mais segurança e diversão no Litoral do Estado. 

Outra ação como essa está prevista para setembro de 2014, no Dia Mundial de Limpeza das Praias, com o objetivo de intensificar esta ação nas comunidades de Piaçaguera, Amparo, Eufrasina e Europinha. 

“Toda a ajuda e o envolvimento da comunidade faz a diferença no desenvolvimento e no resultado da Gestão Ambiental implantada pelos Portos do Paraná. A praia é de todos e todos devem ajudar a cuidar”, completa Cyrus Daldin, chefe do IAP no Litoral. 

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:
 http:///www.facebook.com/governopr n ewww.pr.gov.br  


Acordo para embalagens está em fase final


Wikipedia
Embalagens representam 70% do lixo seco

Em fevereiro, setores econômicos recebem novo texto e iniciam negociações finais para assinatura de documento que definirá responsabilidades


Por: Cristina Ávila - Edição: Vicente Tardin

A análise jurídica do texto do acordo setorial para a implantação do sistema de logística reversa de "embalagens em geral" deverá estar pronta nos próximos dias, e em seguida seguirá para o chamado “grupo de coalizão”, como se autodenominam as 22 associações que representam comércio, indústria e distribuidores de produtos domésticos, como alimentos e bebidas. O setor deverá voltar a discutir a redação ainda em fevereiro.

“Essa nova discussão será muito importante para finalizar esse acordo setorial. Os próximos dias serão decisivos para as negociações com os setores que devem cumprir a logística reversa”, acentua a diretora de Ambiente Urbano do MMA, Zilda Veloso.

O texto do acordo foi submetido à consulta pública, entre 15 de setembro e 15 de outubro do ano passado, e foram recebidas mais de 900 sugestões de alterações. A intensa participação trouxe opiniões de representantes de municípios, recicladores, órgãos ambientais e sociedade civil.

“Essencialmente, o Ministério do Meio Ambiente media as negociações para que seja feita a separação de materiais seco e orgânico, a redução de resíduos e o encaminhamento de embalagens para o mercado de reciclagem”, explica Zilda.

Atingir essa meta é um bom negócio em todos os sentidos. A diretora comenta que no Brasil cerca de 50% do descarte é lixo orgânico, 35% lixo seco e os outros 15% são outros materiais, incluindo os rejeitos (que não têm possibilidade de reciclagem, ou por questões técnicas ou econômicas de cada região). Do lixo seco, cerca de 70% são embalagens.

SUCESSO

Esse será o terceiro acordo setorial definido entre as cinco cadeias produtivas que serão responsáveis pela logística reversa prevista pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10). As cinco cadeias foram definidas pelo Comitê Orientador da Logística Reversa (Cori), composto pelos Ministérios do Meio Ambiente, Fazenda, Indústria e Comércio, Saúde e Agricultura.

No ano passado, o setor privado assinou contrato para a destinação de lâmpadas. E o acordo para o correto descarte de embalagens de lubrificantes já está funcionando na prática. Em 2005, o setor criou uma entidade gestora, que cresceu e se transformou no Instituto Jogue Limpo. Hoje presente em 14 estados e no Distrito Federal, já supera 330 milhões de embalagens encaminhadas para reciclagem. 

PRÓXIMOS PASSOS

As expectativas a partir de agora serão os acordos dos setores de medicamentos e de eletroeletrônicos. Importadores, fabricantes e o comércio varejista de remédios estão em negociação e devem apresentar propostas no início deste ano. E o setor de eletroeletrônicos apresentou reivindicações que ainda estão sendo analisadas.

“Depois que concluirmos esses acordos, passaremos a rever os acordos que foram feitas por outras cadeias produtivas, antes da Lei 12.305”, afirma Zilda Veloso. Ela se refere aos setores de agrotóxicos, pneus, lubrificantes, pilhas e baterias.

A diretora de Ambiente Urbano comenta que o setor de agrotóxicos consegue recolher mais de 94% das embalagens que são colocadas pela indústria no comércio. Fato que ela considera inédito no mundo. A “Lei dos Agrotóxicos” (Lei 7.802/89) foi sancionada em 1989, e em 2000 foi alterada para incluir a obrigação de reciclagem de embalagens. Até então os agricultores enterravam, queimavam, jogavam nos rios ou nas lavouras, com riscos para o meio ambiente e para a saúde.




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